Colleagues giving a fist bump

Sua empresa é desejada?

As companhias competem não só por clientes, mas por talentos. Você já fez uma reflexão para saber se sua empresa é desejada?

Os profissionais trabalham por um propósito, em um ambiente que proporcione uma cultura organizacional baseada em valores que eles se identificam. Somente remuneração e benefícios não são mais suficientes para atrair os talentos, como antes.
Para atrair, reter e desenvolver pessoas sua empresa precisa investir em Employer Branding, uma estratégia que gera um valor imensurável de reputação para a empresa e começa desde o primeiro contato como candidato, toda história de convivência até o fim do vínculo.

As empresas deveriam se preocupar com o Employer Branding, da mesma maneira que se preocupam com a marca de consumo. As duas estratégias precisam estar alinhadas, comunicar o que acontece na empresa para dentro e para fora. Quando a comunicação para fora não é vivida na prática, ela se torna insustentável já que hoje o colaborador pode relatar sua experiência, seja ela boa ou ruim, nas redes sociais ou em sites que avaliam as marcas empregadoras.

Com o Employer Branding sua companhia pode ser desejada e construir uma jornada de significado para o colaborador.

As companhias competem não só por clientes, mas por talentos. Você já fez uma reflexão para saber se sua empresa é desejada?

Os profissionais trabalham por um propósito, em um ambiente que proporcione uma cultura organizacional baseada em valores que eles se identificam. Somente remuneração e benefícios não são mais suficientes para atrair os talentos, como antes.

Para atrair, reter e desenvolver pessoas sua empresa precisa investir em Employer Branding, uma estratégia que gera um valor imensurável de reputação para a empresa e começa desde o primeiro contato como candidato, toda história de convivência até o fim do vínculo.

As empresas deveriam se preocupar com o Employer Branding, da mesma maneira que se preocupam com a marca de consumo. As duas estratégias precisam estar alinhadas, comunicar o que acontece na empresa para dentro e para fora. Quando a comunicação para fora não é vivida na prática, ela se torna insustentável já que hoje o colaborador pode relatar sua experiência, seja ela boa ou ruim, nas redes sociais ou em sites que avaliam as marcas empregadoras.

Com o Employer Branding sua companhia pode ser desejada e construir uma jornada de significado para o colaborador.

VUCA

5 mudanças que vivemos no trabalho

Às vezes, falamos de mudanças no mercado de trabalho e na sociedade como se fossem algo que vai acontecer de forma abrupta e disruptiva. Mas nem sempre é assim, reuni 5 dessas mudanças que aconteceram nos últimos anos e, talvez, você nem tenha notado.

1.Jornada de trabalho por projeto

Carga horária de trabalho é algo relativo hoje, há funções, principalmente as operacionais que possuem uma jornada com início, pausa e fim bem definidos. Mas para demandas por projeto, como as atividades ou a que momento são feitas é irrelevante, o foco é o prazo de entrega e o andamento de cada etapa.

2. Home office

Estamos vivendo um período mais acentuado de rotina de trabalho em casa. Mas isso não é algo que começou com a pandemia. Algumas empresas, principalmente as multinacionais, já adotavam a prática como uma forma de benefício e redução de gastos de infraestrutura e espaço.

3. Mudança sempre

Cada vez mais, as companhias têm orientado a suas atuações com drives fortes em inovação. Afinal, o mundo é V.U.C.A (Volatility, uncertainty, complexity and ambiguity, em tradução: Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade) e todo produto e serviço deve atender às necessidades dos clientes.

4. Perfil resolução dos problemas

Se o mundo muita rápido, é complexo e ambíguo, os profissionais precisam ser orientados a resolver problemas.

5. Mais de uma carreira

No passado, um profissional trabalhava do início ao fim de sua carreira em uma mesma profissão. Advogados se formavam em direito e se aposentavam no ofício. Cada vez mais, além de formações e perfis complementares nas companhias, é mais comum a mudança de área de atuação.

Às vezes, falamos de mudanças no mercado de trabalho e na sociedade como se fossem algo que vai acontecer de forma abrupta e disruptiva. Mas nem sempre é assim, reuni 5 dessas mudanças que aconteceram nos últimos anos e, talvez, você nem tenha notado.  

1.Jornada de trabalho por projeto

Carga horária de trabalho é algo relativo hoje, há funções, principalmente as operacionais que possuem uma jornada com início, pausa e fim bem definidos. Mas para demandas por projeto, como as atividades ou a que momento são feitas é irrelevante, o foco é o prazo de entrega e o andamento de cada etapa.

2. Home office

Estamos vivendo um período mais acentuado de rotina de trabalho em casa. Mas isso não é algo que começou com a pandemia. Algumas empresas, principalmente as multinacionais, já adotavam a prática como uma forma de benefício e redução de gastos de infraestrutura e espaço.

3. Mudança sempre

Cada vez mais, as companhias têm orientado a suas atuações com drives fortes em inovação. Afinal, o mundo é V.U.C.A (Volatility, uncertainty, complexity and ambiguity, em tradução: Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade) e todo produto e serviço deve atender às necessidades dos clientes. 

4. Perfil resolução dos problemas

Se o mundo muita rápido, é complexo e ambíguo, os profissionais precisam ser orientados a resolver problemas. 

5. Mais de uma carreira

No passado, um profissional trabalhava do início ao fim de sua carreira em uma mesma profissão. Advogados se formavam em direito e se aposentavam no ofício. Cada vez mais, além de formações e perfis complementares nas companhias, é mais comum a mudança de área de atuação.

 
Líder Vuca

Você é um líder V.U.C.A?

Em um cenário que muda constantemente, é preciso ter as skills para inspirar os times e gerar resultado para o negócio. Mas você já parou para pensar se, de fato, é um líder V.U.C.A ou uma liderança processual?

O líder ágil é aquele que está preparado para o mundo V.U.C.A – um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo –, ou seja, para as demandas do futuro. Mas quais são as características dessa liderança? Elegi as 7 que considero essenciais:

1. Decisão – liderança capaz de tomar uma decisão rápida com poucas informações.

2. Poder de influência – entende o time, o que motiva cada um na equipe e é capaz de entregar propósito e engajar mesmo em situações que exigem alto desempenho e comprometimento.

3. Meritocracia – sabe estimular o indivíduo e o todo, compreende que as habilidades de cada um vão ajudar a construir o todo, mas tem uma abordagem diferenciada para as entregas diferenciadas, ou seja, faz uma gestão baseada em meritocracia.

4. Proximidade – é acessível, próximo e não está preocupado em hierarquizar, mas que a informação circule para construção das melhores entregas.

5. Aprendizagem – é um eterno aprendiz, está sempre em busca de conhecimento e sabe acionar profissionais especializados para ajudar na tomada rápida de decisão.

6. Inovação – é focado na melhoria contínua, não se trata de jogar fora tudo o que já foi feito, mas partir do que se sabe para inovar.

7. Reconhece a diversidade – sabe que visões diferentes são complementares e tem em sua equipe um time com origens, crenças e orientações sexuais diferentes.

Líderes V.U.C.A estão, geralmente, em companhias que valorizam a criatividade, a autonomia, velocidade e a flexibilidade para conectar pessoas e organizações. E serão os mais preparados para as organizações que irão se destacar nos próximos anos.

Em um cenário que muda constantemente, é preciso ter as skills para inspirar os times e gerar resultado para o negócio. Mas você já parou para pensar se, de fato, é um líder V.U.C.A ou uma liderança processual?

O líder ágil é aquele que está preparado para o mundo V.U.C.A – um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo –, ou seja, para as demandas do futuro. Mas quais são as características dessa liderança? Elegi as 7 que considero essenciais:

1. Decisão – liderança capaz de tomar uma decisão rápida com poucas informações.

2. Poder de influência – entende o time, o que motiva cada um na equipe e é capaz de entregar propósito e engajar mesmo em situações que exigem alto desempenho e comprometimento.

3. Meritocracia – sabe estimular o indivíduo e o todo, compreende que as habilidades de cada um vão ajudar a construir o todo, mas tem uma abordagem diferenciada para as entregas diferenciadas, ou seja, faz uma gestão baseada em meritocracia.

4. Proximidade – é acessível, próximo e não está preocupado em hierarquizar, mas que a informação circule para construção das melhores entregas.

5. Aprendizagem – é um eterno aprendiz, está sempre em busca de conhecimento e sabe acionar profissionais especializados para ajudar na tomada rápida de decisão.

6. Inovação – é focado na melhoria contínua, não se trata de jogar fora tudo o que já foi feito, mas partir do que se sabe para inovar.

7. Reconhece a diversidade – sabe que visões diferentes são complementares e tem em sua equipe um time com origens, crenças e orientações sexuais diferentes.

Líderes V.U.C.A estão, geralmente, em companhias que valorizam a criatividade, a autonomia, velocidade e a flexibilidade para conectar pessoas e organizações. E serão os mais preparados para as organizações que irão se destacar nos próximos anos.

ressignificar

Ressignifique a quarentena

É preciso ressignificar esse momento que vivemos. Uma forma de fazer isso é olhar para os desafios, mas também encontrar oportunidades para nos conhecermos melhor enquanto pessoas e profissionais. 

Depois que tudo isso passar, teremos mudanças e impactos no modo de trabalhar. Empresas que não trabalhavam com o regime de home office passarão a utilizar. Outras medidas de flexibilização podem ser adotadas em relação à jornada e ao horário de trabalho. Companhias podem passar a estimular habilidades como autonomia e decisão rápida. O que temos visto é que seremos outros quando passarmos por essa quarentena e as companhias também.

Diante disso, é uma oportunidade para pensar em um plano de desenvolvimento para a sua carreira. Avaliar quais são as suas fortalezas e o que é preciso melhor. Questione-se: “Eu tenho as habilidades que foram testadas nessa crise?”, “Quais são os meus pontos fortes e no que eu devo investir nesse momento?”

O momento é propício para o autodesenvolvimento e há muita coisa que pode ser feita enquanto estamos isolados socialmente. Os cursos EAD, as webinars e os e-books são alternativas acessíveis e possíveis nessa quarentena.

USPSenaiHarvard e FGVUNISUL e Fundação Bradesco são algumas instituições que possuem cursos online e gratuitos.

É preciso ressignificar esse momento que vivemos. Uma forma de fazer isso é olhar para os desafios, mas também encontrar oportunidades para nos conhecermos melhor enquanto pessoas e profissionais. 

Depois que tudo isso passar, teremos mudanças e impactos no modo de trabalhar. Empresas que não trabalhavam com o regime de home office passarão a utilizar. Outras medidas de flexibilização podem ser adotadas em relação à jornada e ao horário de trabalho. Companhias podem passar a estimular habilidades como autonomia e decisão rápida. O que temos visto é que seremos outros quando passarmos por essa quarentena e as companhias também.

Diante disso, é uma oportunidade para pensar em um plano de desenvolvimento para a sua carreira. Avaliar quais são as suas fortalezas e o que é preciso melhor. Questione-se: “Eu tenho as habilidades que foram testadas nessa crise?”, “Quais são os meus pontos fortes e no que eu devo investir nesse momento?”

O momento é propício para o autodesenvolvimento e há muita coisa que pode ser feita enquanto estamos isolados socialmente. Os cursos EAD, as webinars e os e-books são alternativas acessíveis e possíveis nessa quarentena.

USPSenaiHarvard e FGVUNISUL e Fundação Bradesco são algumas instituições que possuem cursos online e gratuitos.

home office

Aventuras e desventuras do home office

O home office tem se mostrado uma importante medida de prevenção ao novo coronavírus. O Ministério da Saúde recomendou a prática para evitar grandes aglomerações e, consequentemente, prevenir o contágio. Grandes empresas que já tinham parte de sua força de trabalho apta para adotar a prática – Amazon, Wipro e Google – rapidamente orientaram seus times a trabalhar de casa como uma forma de manter as atividades com o menor impacto ao negócio.

Para garantir a conexão de tanta gente às redes remotas, as empresas estão buscando parceiros para aluguel de notebooks e investindo na melhoria da conexão. Afinal, boa parte delas não tinha o regime de home office ou tinha a política de forma esporádica. Dessa forma, a rede de dados dessas companhias não estava preparada para conectar 100% dos colaboradores.

Superado o problema da conectividade. Surgem outros desafios. Pais e mães passam a trabalhar de casa dividindo o espaço com os filhos. As escolas em alguns estados já suspenderam as atividades como medida preventiva. Trabalhar de casa passa a ser um desafio: garantir a gestão do tempo e a produtividade, sem perder tempo com atividades rotineiras ou distrações.

O home office, como qualquer forma de trabalho, traz pontos positivos e negativos para a rotina do colaborador. De acordo com um estudo da IBM nos Estados Unidos, a produtividade tende a aumentar, mas há uma diminuição no convívio com os demais colegas e uma diminuição das fronteiras entre a vida pessoal e privada, já que o colaborador pode ser facilmente acionado fora do horário de trabalho.

Algumas práticas simples podem ajudar a manter a boa comunicação com o time, manter o foco e a equilibrar as horas de trabalho.

– Estabeleça uma rotina clara e um local de trabalho;

– Vista-se como se fosse ao escritório;

– Se tem filhos ou familiares em casa, combine as pausas para interrupções;

– Mantenha uma boa comunicação com o seu time, ligue sempre que possível por vídeo para humanizar o contato;

– Utilize um bom antivírus para garantir a proteção dos dados;

Ao final desse período difícil para a saúde do nosso país, poderemos amadurecer em algumas práticas como o trabalho remoto e a melhor comunicação, ainda que à distância.

O home office tem se mostrado uma importante medida de prevenção ao novo coronavírus. O Ministério da Saúde recomendou a prática para evitar grandes aglomerações e, consequentemente, prevenir o contágio. Grandes empresas que já tinham parte de sua força de trabalho apta para adotar a prática – Amazon, Wipro e Google – rapidamente orientaram seus times a trabalhar de casa como uma forma de manter as atividades com o menor impacto ao negócio.

 

Para garantir a conexão de tanta gente às redes remotas, as empresas estão buscando parceiros para aluguel de notebooks e investindo na melhoria da conexão. Afinal, boa parte delas não tinha o regime de home office ou tinha a política de forma esporádica. Dessa forma, a rede de dados dessas companhias não estava preparada para conectar 100% dos colaboradores.

Superado o problema da conectividade. Surgem outros desafios. Pais e mães passam a trabalhar de casa dividindo o espaço com os filhos. As escolas em alguns estados já suspenderam as atividades como medida preventiva. Trabalhar de casa passa a ser um desafio: garantir a gestão do tempo e a produtividade, sem perder tempo com atividades rotineiras ou distrações.

O home office, como qualquer forma de trabalho, traz pontos positivos e negativos para a rotina do colaborador. De acordo com um estudo da IBM nos Estados Unidos, a produtividade tende a aumentar, mas há uma diminuição no convívio com os demais colegas e uma diminuição das fronteiras entre a vida pessoal e privada, já que o colaborador pode ser facilmente acionado fora do horário de trabalho.

Algumas práticas simples podem ajudar a manter a boa comunicação com o time, manter o foco e a equilibrar as horas de trabalho.

– Estabeleça uma rotina clara e um local de trabalho;

– Vista-se como se fosse ao escritório;

– Se tem filhos ou familiares em casa, combine as pausas para interrupções;

– Mantenha uma boa comunicação com o seu time, ligue sempre que possível por vídeo para humanizar o contato;

– Utilize um bom antivírus para garantir a proteção dos dados;

Ao final desse período difícil para a saúde do nosso país, poderemos amadurecer em algumas práticas como o trabalho remoto e a melhor comunicação, ainda que à distância.

mariciane

Estamos sem foco no trabalho?

É comum em grandes empresas os escritórios abertos, uma forma de integrar diferentes times em um mesmo espaço e gerar compartilhamento de ideias e cocriação. No entanto, tanta gente falando em um mesmo lugar trouxe alguns desafios: conseguir focar em meio a conversas e ligações.

A falta de concentração, de acordo com um estudo publicado pela Harvard Business Review é cada vez mais grave. Os colaboradores estão com mais dificuldades de concentração em suas mesas, a falta de foco cresceu 16% desde 2008. E parte das pessoas que participaram do estudo – 13% – não tem acesso a lugares silenciosos no trabalho.

Talvez você já tenha ouvido as seguintes afirmações: “Vou para uma sala de reunião para me concentrar”, “vou fazer home office para focar em uma entrega”. Salas de reunião por definição não foram concebidas como locais de concentração individual. Tudo isso mostra que estamos cada vez mais desconcentrados no trabalho.

Como faremos para entregar mais dentro das condições que temos em nossos escritórios?

É comum em grandes empresas os escritórios abertos, uma forma de integrar diferentes times em um mesmo espaço e gerar compartilhamento de ideias e cocriação. No entanto, tanta gente falando em um mesmo lugar trouxe alguns desafios: conseguir focar em meio a conversas e ligações.

A falta de concentração, de acordo com um estudo publicado pela Harvard Business Review é cada vez mais grave. Os colaboradores estão com mais dificuldades de concentração em suas mesas, a falta de foco cresceu 16% desde 2008. E parte das pessoas que participaram do estudo – 13% – não tem acesso a lugares silenciosos no trabalho.

Talvez você já tenha ouvido as seguintes afirmações: “Vou para uma sala de reunião para me concentrar”, “vou fazer home office para focar em uma entrega”. Salas de reunião por definição não foram concebidas como locais de concentração individual. Tudo isso mostra que estamos cada vez mais desconcentrados no trabalho.

Como faremos para entregar mais dentro das condições que temos em nossos escritórios?

time diversidade

Psicologia Positiva no trabalho

A Psicologia Positiva aborda os aspectos positivos do Ser Humano, a influência que esses aspectos têm na sua vida e identificar intervenções que promovam o bem-estar e a qualidade de vida. Esses aspectos consideram as emoções positivas, como alegria, amor, bem-estar, esperança,  felicidade, contentamento, otimismo, sabedoria e sentido da vida, assim como os seus benefícios e a forma de desenvolvê-los.

O estudo do Capital Psicológico Positivo aborda quatro dimensões psicológicas fundamentais para um desempenho com sucesso: auto-eficácia, otimismo, esperança e resiliência. Essas quatro dimensões relacionam-se entre si, podem ser desenvolvidas e cada uma pode suscitar melhores desempenhos quando as restantes também estão presentes.

A Eficácia é a confiança em superar um desafio, o Otimismo traduz a expectativa, a Esperança trata de procurar caminhos alternativos para alcançar um objetivo e a Resiliência é a capacidade de utilizar sua força, flexibilidade, inteligência e otimismo para enfrentar e superar circunstâncias desfavoráveis:

A auto-eficácia influencia positivamente o desempenho no local de trabalho, mais que o estabelecimento de objetivos, a presença de feedback e do que a própria satisfação com o trabalho;

O otimismo e a esperança são expectativa e crença generalizada de que irão acontecer coisas boas, sempre identificando novas oportunidades, querer fazer acontecer;

A resiliência é a aptidão de cada um para não só se adaptar, como prosperar durante mudanças, reagindo positivamente a elas, ou seja, são processos que explicam a superação de crises e adversidades de pessoas, grupos e organizações.

As emoções positivas estimulam o desenvolvimento do pensamento criativo, integrativo, flexível e aberto a novas informações. E a consequência do desenvolvimento desses aspectos é a melhoria do clima organizacional e o incremento da produtividade, em todas as suas possibilidades.

Sabemos que as pessoas mais motivadas, confiantes e satisfeitas sofrem menos com o stress, sempre costumam ter alternativas para enfrentar os obstáculos e depois de superar um problema não tem dificuldades para seguir em frente. Quanto maior capital psicológico positivo, melhor o desempenho e melhor bem-estar emocional para assimilar as mudanças organizacionais e ter plenitude na carreira.

Sônia Ramos, Project Manager da S7 Consulting

A Psicologia Positiva aborda os aspectos positivos do Ser Humano, a influência que esses aspectos têm na sua vida e identificar intervenções que promovam o bem-estar e a qualidade de vida. Esses aspectos consideram as emoções positivas, como alegria, amor, bem-estar, esperança,  felicidade, contentamento, otimismo, sabedoria e sentido da vida, assim como os seus benefícios e a forma de desenvolvê-los.

O estudo do Capital Psicológico Positivo aborda quatro dimensões psicológicas fundamentais para um desempenho com sucesso: auto-eficácia, otimismo, esperança e resiliência. Essas quatro dimensões relacionam-se entre si, podem ser desenvolvidas e cada uma pode suscitar melhores desempenhos quando as restantes também estão presentes.

A Eficácia é a confiança em superar um desafio, o Otimismo traduz a expectativa, a Esperança trata de procurar caminhos alternativos para alcançar um objetivo e a Resiliência é a capacidade de utilizar sua força, flexibilidade, inteligência e otimismo para enfrentar e superar circunstâncias desfavoráveis:

A auto-eficácia influencia positivamente o desempenho no local de trabalho, mais que o estabelecimento de objetivos, a presença de feedback e do que a própria satisfação com o trabalho;

O otimismo e a esperança são expectativa e crença generalizada de que irão acontecer coisas boas, sempre identificando novas oportunidades, querer fazer acontecer;

A resiliência é a aptidão de cada um para não só se adaptar, como prosperar durante mudanças, reagindo positivamente a elas, ou seja, são processos que explicam a superação de crises e adversidades de pessoas, grupos e organizações.

As emoções positivas estimulam o desenvolvimento do pensamento criativo, integrativo, flexível e aberto a novas informações. E a consequência do desenvolvimento desses aspectos é a melhoria do clima organizacional e o incremento da produtividade, em todas as suas possibilidades.

Sabemos que as pessoas mais motivadas, confiantes e satisfeitas sofrem menos com o stress, sempre costumam ter alternativas para enfrentar os obstáculos e depois de superar um problema não tem dificuldades para seguir em frente. Quanto maior capital psicológico positivo, melhor o desempenho e melhor bem-estar emocional para assimilar as mudanças organizacionais e ter plenitude na carreira.

Sônia Ramos, Project Manager da S7 Consulting

CREATOR: gd-jpeg v1.0 (using IJG JPEG v62), quality = 95

Como está o seu Likability?

As transformações nas organizações estão diretamente ligadas às expectativas dos clientes, stakeholders, consumidores, ou seja, pessoas que influenciam toda a cadeia. Se falamos de pessoas e sua influência, já avaliou como está seu likability?

Esta competência está diretamente ligada a sua capacidade de ser “gostado”. Para isso, precisa deixar as pessoas ao seu redor à vontade, tornando o ambiente leve. É preciso ter um interesse genuíno para entender expectativas, ouvir ideias, perceber expressões que não são só verbais.

Além disso, fazer uma leitura precisa do ambiente, usando habilidades sociais para se conectar com as pessoas para gerar resultados positivos.

Quando gostamos de uma pessoa no mundo corporativo, nos voluntariamos a causas junto com ela, pois ela nos inspira para um empoderamento natural. Quantas vezes por ter um gestor com “gostabilidade”, demos o nosso melhor?

E aquele colega que contamina o ambiente com sementes do bem sendo “gostado” pela grande maioria? Tudo o que gostamos de verdade cria vínculos, e nos motiva a compartilhar valores, construir histórias…

Então, vamos desenvolver nosso likability!

por Mariciane Gemin, CEO e fundadora da S7 Consulting

As transformações nas organizações estão diretamente ligadas às expectativas dos clientes, stakeholders, consumidores, ou seja, pessoas que influenciam toda a cadeia. Se falamos de pessoas e sua influência, já avaliou como está seu likability?

Esta competência está diretamente ligada a sua capacidade de ser “gostado”. Para isso, precisa deixar as pessoas ao seu redor à vontade, tornando o ambiente leve. É preciso ter um interesse genuíno para entender expectativas, ouvir ideias, perceber expressões que não são só verbais.

Além disso, fazer uma leitura precisa do ambiente, usando habilidades sociais para se conectar com as pessoas para gerar resultados positivos.

Quando gostamos de uma pessoa no mundo corporativo, nos voluntariamos a causas junto com ela, pois ela nos inspira para um empoderamento natural. Quantas vezes por ter um gestor com “gostabilidade”, demos o nosso melhor?

E aquele colega que contamina o ambiente com sementes do bem sendo “gostado” pela grande maioria? Tudo o que gostamos de verdade cria vínculos, e nos motiva a compartilhar valores, construir histórias…

Então, vamos desenvolver nosso likability!

por Mariciane Gemin, CEO e fundadora da S7 Consulting

tempo

Comunicação e cinismo corporativo

As narrativas empresariais comunicam os propósitos do negócio para os colaboradores e públicos de interesse. Quando a companhia realmente traduz em conteúdos o que a  faz, temos uma comunicação assertiva. Mas e quando o que se fala está longe do que se faz?

O cinismo corporativo é quando a comunicação corporativa não cumpre o seu papel e gera descrédito. Três coisas são importantes para que uma narrativa corporativa seja convincente: o tempo da comunicação, a profundidade e a relevância dos fatos.

É preciso comunicar algo no tempo correto, ou seja, antes que os boatos de corredor antecipem os fatos. Além disso, os colaboradores não podem ser infantilizados, a comunicação precisa ser honesta e transparente ao trazer as explicações sobre os fatos.

Por último, é preciso que se fale do impacto daquela mensagem no dia a dia das pessoas: o que isso muda na minha vida?

Quando esses fatores são negligenciados, o cinismo corporativo prevalece. O colaborador já pensa: “sei, isso aí é história. Não vai mudar nada. Logo decidem outra coisa”. 

Quando o descrédito permanece, não há cultura corporativa que se consolide e mensagem que chegue nas pontas.

por Mariciane Gemin, CEO e fundadora da S7 Consulting

As narrativas empresariais comunicam os propósitos do negócio para os colaboradores e públicos de interesse. Quando a companhia realmente traduz em conteúdos o que a  faz, temos uma comunicação assertiva. Mas e quando o que se fala está longe do que se faz?

O cinismo corporativo é quando a comunicação corporativa não cumpre o seu papel e gera descrédito. Três coisas são importantes para que uma narrativa corporativa seja convincente: o tempo da comunicação, a profundidade e a relevância dos fatos.

É preciso comunicar algo no tempo correto, ou seja, antes que os boatos de corredor antecipem os fatos. Além disso, os colaboradores não podem ser infantilizados, a comunicação precisa ser honesta e transparente ao trazer as explicações sobre os fatos.

Por último, é preciso que se fale do impacto daquela mensagem no dia a dia das pessoas: o que isso muda na minha vida?

Quando esses fatores são negligenciados, o cinismo corporativo prevalece. O colaborador já pensa: “sei, isso aí é história. Não vai mudar nada. Logo decidem outra coisa”. 

Quando o descrédito permanece, não há cultura corporativa que se consolide e mensagem que chegue nas pontas.

por Mariciane Gemin, CEO e fundadora da S7 Consulting