Bearded pensive man works from home, counts financial data, holds paper documents, uses laptop computer for searching information, wears glasses, concentrated aside, develops startup project

Como ser mais produtivo no home-office?

É claro que estamos vivendo tempos difíceis, mas diante de todas as incertezas que vivemos, se pudermos ressignificar nosso dia a dia, esse período pode ser mais leve e mais produtivo.

Bom, produtividade não tem relação com a quantidade de tarefas que você faz em um dia, mas sim em saber priorizar o seu tempo. Você pode estar extremamente ocupado, mas não produtivo.

No home-office, há um ganho de tempo que não se tem com os deslocamentos, as calls têm hora para começar e para acabar. Por outro lado, atividades que não estavam na rotina como cozinhar, ajudar as crianças nas lições ou manter o ambiente limpo e organizado passam a fazer parte do dia a dia. Cada vez mais, estamos tendo consciência de que é preciso encontrar esse balanço.

Algumas dicas simples podem ajudar na produtividade, por exemplo: diferenciar o que é urgente do que é importante para organizar as tarefas do dia.

E qual é a diferença entre urgente e importante?

Urgente é algo que precisa ser feito naquele momento. Vamos usar um exemplo. Se você trabalha na Operação de uma planta e acabou de receber um comunicado para desdobrar para o seu time de que há novos protocolos de combate ao Covid-19 que devem ser aplicados imediatamente. Você para tudo e foca naquela atividade. Acabei de citar uma atividade que é urgente.

Por outro lado, importante, é algo que deve ser feito, mas pode ser planejado. Um bom exemplo seria se você é líder de Vendas e acaba de receber um pedido de orçamento. Aquela demanda é importante, mas não precisa ser feita naquele momento. Se você entregar até o final do dia o cliente será atendido e você conseguirá realizar as demais agendas. 

Parece algo muito simples, mas nem sempre é fácil colocar em prática no dia a dia. Para garantir a sua produtividade, diminuir a ansiedade dos times, planeje o seu dia e tenha foco.

É claro que estamos vivendo tempos difíceis, mas diante de todas as incertezas que vivemos, se pudermos ressignificar nosso dia a dia, esse período pode ser mais leve e mais produtivo.

Bom, produtividade não tem relação com a quantidade de tarefas que você faz em um dia, mas sim em saber priorizar o seu tempo. Você pode estar extremamente ocupado, mas não produtivo.

No home-office, há um ganho de tempo que não se tem com os deslocamentos, as calls têm hora para começar e para acabar. Por outro lado, atividades que não estavam na rotina como cozinhar, ajudar as crianças nas lições ou manter o ambiente limpo e organizado passam a fazer parte do dia a dia. Cada vez mais, estamos tendo consciência de que é preciso encontrar esse balanço.

Algumas dicas simples podem ajudar na produtividade, por exemplo: diferenciar o que é urgente do que é importante para organizar as tarefas do dia.

E qual é a diferença entre urgente e importante?

Urgente é algo que precisa ser feito naquele momento. Vamos usar um exemplo. Se você trabalha na Operação de uma planta e acabou de receber um comunicado para desdobrar para o seu time de que há novos protocolos de combate ao Covid-19 que devem ser aplicados imediatamente. Você para tudo e foca naquela atividade. Acabei de citar uma atividade que é urgente.

Por outro lado, importante, é algo que deve ser feito, mas pode ser planejado. Um bom exemplo seria se você é líder de Vendas e acaba de receber um pedido de orçamento. Aquela demanda é importante, mas não precisa ser feita naquele momento. Se você entregar até o final do dia o cliente será atendido e você conseguirá realizar as demais agendas. 

Parece algo muito simples, mas nem sempre é fácil colocar em prática no dia a dia. Para garantir a sua produtividade, diminuir a ansiedade dos times, planeje o seu dia e tenha foco.

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Podcast4 -1200

Podcast 4 | Pausa: como implementar uma cultura que promove o descanso

People Talks

Em tempos complexos, voláteis e incertos, a nossa tendência é querer fazer muita coisa ao mesmo tempo: um novo projeto, estudar mais, testar novas possibilidades. Muitas vezes, nos sobrecarregamos por medo de perder algo, de passar uma impressão errada sobre nossa postura profissional ou receio de dizer não. E tudo isso faz com  que percamos o foco. Neste episódio do nosso podcast, Catarina Guerra, diretora da S7, traz reflexões importantes para manter o foco e a produtividade. Afinal, ninguém consegue estar disponível para tudo o tempo todo!

Ouça o podcast, clicando aqui.

People Talks

Se até os eletrônicos precisam recarregar a bateria, com as pessoas não deve ser diferente. No nosso podcast de número 4, Camila Bueno, coordenadora de Comunicação da Dafiti, conta como estão implementando na empresa uma cultura que promove as pausas.

Ouça o podcast, clicando aqui.

Back view of male professional works puts his ideas on stick notes, going to write main info for creating business plan wears bright orange jumper isolated on blue background. Education, office, work

Podcast 3 | Foco: um antídoto para o estresse

People Talks

Em tempos complexos, voláteis e incertos, a nossa tendência é querer fazer muita coisa ao mesmo tempo: um novo projeto, estudar mais, testar novas possibilidades. Muitas vezes, nos sobrecarregamos por medo de perder algo, de passar uma impressão errada sobre nossa postura profissional ou receio de dizer não. E tudo isso faz com  que percamos o foco. Neste episódio do nosso podcast, Catarina Guerra, diretora da S7, traz reflexões importantes para manter o foco e a produtividade. Afinal, ninguém consegue estar disponível para tudo o tempo todo!

Ouça o podcast, clicando aqui.

People Talks

Em tempos complexos, voláteis e incertos, a nossa tendência é querer fazer muita coisa ao mesmo tempo: um novo projeto, estudar mais, testar novas possibilidades. Muitas vezes, nos sobrecarregamos por medo de perder algo, de passar uma impressão errada sobre nossa postura profissional ou receio de dizer não. E tudo isso faz com que percamos o foco. Neste episódio do nosso podcast, Catarina Guerra, diretora da S7, traz reflexões importantes para manter o foco e a produtividade. Afinal, ninguém consegue estar disponível para tudo o tempo todo!

Ouça o podcast, clicando aqui.

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Autonomia e confiança durante a pandemia

Confiança sempre foi um fator muito importante no ambiente de trabalho. Neste momento de crise em que vivemos, é essencial. Mas como construir confiança e fortalecer os times? 

Você não está no mesmo ambiente que os seus colegas de trabalho. Então, será preciso estabelecer combinados para que as entregas sejam garantidas e, também, para que os times possam trabalhar com autonomia.

Nem todas as funções permitem, mas se a atividade permitir, estabeleça metas semanais e permita que o time trabalhe e organize a sua rotina da forma que seja mais produtiva. Essas metas podem ser estabelecidas em uma reunião semanal com todos do time ou individualmente. Por exemplo, um colaborador com filho pequeno, pode preferir começar a sua jornada de trabalho mais cedo – enquanto o filho dorme ele foca nas entregas – e parar mais cedo para brincar com a criança. Não há problema nenhum se houver um combinado.

Para que o seu time trabalhe com autonomia, as pessoas precisam saber o que é importante, urgente e o que pode esperar. Defina com o time essa categorização, há inúmeras ferramentas para gerenciamento de atividades que podem ajudar, como Trello, Asana.

Dê feedback incansavelmente, a comunicação é extremamente importante para garantir confiança e autonomia. Elogie, provoque e desafio o seu time para que possam seguir quando estiverem no caminho certo e ajustar o curso quando for preciso. Mantenha uma agenda quinzenal ou mensal para dar feedback.

Confiança sempre foi um fator muito importante no ambiente de trabalho. Neste momento de crise em que vivemos, é essencial. Mas como construir confiança e fortalecer os times? 

Você não está no mesmo ambiente que os seus colegas de trabalho. Então, será preciso estabelecer combinados para que as entregas sejam garantidas e, também, para que os times possam trabalhar com autonomia.

Nem todas as funções permitem, mas se a atividade permitir, estabeleça metas semanais e permita que o time trabalhe e organize a sua rotina da forma que seja mais produtiva. Essas metas podem ser estabelecidas em uma reunião semanal com todos do time ou individualmente. Por exemplo, um colaborador com filho pequeno, pode preferir começar a sua jornada de trabalho mais cedo – enquanto o filho dorme ele foca nas entregas – e parar mais cedo para brincar com a criança. Não há problema nenhum se houver um combinado.

Para que o seu time trabalhe com autonomia, as pessoas precisam saber o que é importante, urgente e o que pode esperar. Defina com o time essa categorização, há inúmeras ferramentas para gerenciamento de atividades que podem ajudar, como Trello, Asana.

Dê feedback incansavelmente, a comunicação é extremamente importante para garantir confiança e autonomia. Elogie, provoque e desafio o seu time para que possam seguir quando estiverem no caminho certo e ajustar o curso quando for preciso. Mantenha uma agenda quinzenal ou mensal para dar feedback.

High angle view image of a working desk. Open laptop on the desk with a planner calendar on the screen. Business concept photo, close up

Protocolos para diminuir o stress e a pressão nos times

Estamos vivendo um momento de incertezas mais uma vez. O agravamento da pandemia em alguns Estados deixa todos em alerta e preocupados com os desdobramentos em nossa vida pessoal e no trabalho.

 Manter uma rotina de trabalho equilibrada é fundamental para nos mantermos saudáveis. Simples atitudes podem ajudar: 

  • Mantenha uma rotina de trabalho, com hora pra começar, hora para as pausas e hora para terminar. Ninguém é produtivo trabalhando 24 horas por dia.
  • Alinhe as expectativas e as prioridades da semana com o seu time ou líder para que possam trabalhar com foco. 
  • Não agende reuniões perto do horário de almoço. Se todos estamos trabalhando em casa, é preciso tempo para preparar as refeições.
  • Respeite o descanso. Não envie mensagens em grupos do trabalho no final de semana. Espere até a segunda-feira para enviar ou mande por e-mail para não gerar ansiedade no time.
  • Reserve 10 minutos na agenda para conversar com os colegas para saber como estão se sentindo. Não temos mais um tempo de encontro no café ou aquela conversa no almoço, importantes para o bem-estar, então crie novas formas de aproximação.
  • Seja honesto e converse sempre com seu time sobre ansiedade e sentimentos, isso ajuda a construir espaços de confiança.

Estamos vivendo um momento de incertezas mais uma vez. O agravamento da pandemia em alguns Estados deixa todos em alerta e preocupados com os desdobramentos em nossa vida pessoal e no trabalho.

 Manter uma rotina de trabalho equilibrada é fundamental para nos mantermos saudáveis. Simples atitudes podem ajudar: 

  • Mantenha uma rotina de trabalho, com hora pra começar, hora para as pausas e hora para terminar. Ninguém é produtivo trabalhando 24 horas por dia.
  • Alinhe as expectativas e as prioridades da semana com o seu time ou líder para que possam trabalhar com foco. 
  • Não agende reuniões perto do horário de almoço. Se todos estamos trabalhando em casa, é preciso tempo para preparar as refeições.
  • Respeite o descanso. Não envie mensagens em grupos do trabalho no final de semana. Espere até a segunda-feira para enviar ou mande por e-mail para não gerar ansiedade no time.
  • Reserve 10 minutos na agenda para conversar com os colegas para saber como estão se sentindo. Não temos mais um tempo de encontro no café ou aquela conversa no almoço, importantes para o bem-estar, então crie novas formas de aproximação.
  • Seja honesto e converse sempre com seu time sobre ansiedade e sentimentos, isso ajuda a construir espaços de confiança.
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Podcast 2 | Multicarreira: habilidades para um profissional de sucesso.

People Talks

Os profissionais que estão hoje no mercado de trabalho tendem a seguir por mais de uma carreira ao longo de sua jornada. Quem nos conta sua experiência multicarreira neste podcast é  Patrícia Tozatti, Head de Aceleração da Hotmilk. No bate-papo com a jornalista Poliane Brito, Patrícia relata sua trajetória – formação em Engenharia de produção, mestrado  e pesquisa no Canadá –  e conta como migrou do mundo da engenharia para o ambiente de inovação.

Ouça o podcast, clicando aqui.

People Talks

Os profissionais que estão hoje no mercado de trabalho tendem a seguir por mais de uma carreira ao longo de sua jornada. Quem nos conta sua experiência multicarreira neste podcast é  Patrícia Tozatti, Head de Aceleração da Hotmilk. No bate-papo com a jornalista Poliane Brito, Patrícia relata sua trajetória – formação em Engenharia de produção, mestrado  e pesquisa no Canadá –  e conta como migrou do mundo da engenharia para o ambiente de inovação.

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Slide3

Podcast 1 | Como engajar times remotos

People Talks

Manter times remotos motivados e com entregas de alta performance sempre foi um desafio. Com a pandemia, líderes, profissionais de RH e de Comunicação Interna buscam alternativas para manter todos trabalhando por um propósito e mantendo a saúde mental.  A jornalista Poliane Brito bate um papo sobre o tema com a especialista em Comunicação Suzana Vieira – passagem pela Mercedes, Volkswagen e BRF.

Ouça o podcast, clicando aqui.

People Talks

Manter times remotos motivados e com entregas de alta performance sempre foi um desafio. Com a pandemia, líderes, profissionais de RH e de Comunicação Interna buscam alternativas para manter todos trabalhando por um propósito e mantendo a saúde mental.  A jornalista Poliane Brito bate um papo sobre o tema com a especialista em Comunicação Suzana Vieira – passagem pela Mercedes, Volkswagen e BRF.

Ouça o podcast, clicando aqui.

Group of three young entrepreneurs working together of new startup project. Young people sitting in library looking through information on smartphone

Precisaremos de novas habilidades profissionais

Uma em cada três das competências que o mercado de trabalho busca e valoriza nos profissionais de hoje estarão ultrapassadas muito em breve. Quem fez essa previsão é a pesquisa “O futuro do trabalho e habilidades” realizada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). O estudo também aponta que será preciso interpretar mais os dados, ter conhecimentos de inteligência artificial e robótica e ter habilidades emocionais para estar preparado para os desafios da quarta revolução industrial, a chamada indústria 4.0.

O estudo ainda mostra que essas mudanças em tão pouco tempo serão motivadas por avanços tecnológicos.  Terão grande impacto na mudança do perfil dos profissionais da indústria  a mobilidade e tecnologia em nuvem, responsável por 34% de impacto, o poder de processamento (26%), novas tecnologias para fornecimento de energia (22%), economias compartilhadas (12%), internet das coisas (14%), transporte autônomo (9%) e a inteligência artificial (7%).

Com o uso mais intensivo dessas tecnologias, os problemas a solucionar que viveremos demandarão dos profissionais mais inteligência emocional e capacidade de adaptação a novos cenários e novas culturas. Essas novas habilidades serão necessárias pelo simples fato de que, com mais tecnologia e inteligência artificial, a análise das informações necessárias para a tomada de decisão do negócio será mais rápida. E se for preciso fazer ajustes, mudar os cursos, descontinuar processos e inovar, as mudanças precisam acontecer quase  imediatamente para responder aos estímulos do mercado.

Será preciso que estejamos prontos para decisões rápidas, encontrar soluções inovadoras, escaláveis e de baixo custo para responder ao cenário daquele momento.

 E o impacto não será apenas nas habilidades para cada profissão. Teremos também o desaparecimento de algumas atividades operacionais e que podem ser feitas por inteligência artificial, automação e robótica.

Algumas pesquisas que apontam as tendências no mercado de trabalho mostram que, até 2030, metade das atividades de trabalho será automatizada no mundo. Isso quer dizer que algumas profissões desaparecerão. No Brasil, estima-se que 16 milhões (14%) de postos de trabalho serão automatizados, abrindo oportunidades para posições mais analíticas e menos operacionais.

Com mais tecnologias nos negócios e no setor industrial, faremos menos trabalhos repetitivos e precisaremos interpretar os dados que chegam até nós. As soft skills – chamadas habilidades leves, em uma tradução livre – serão mais necessárias, pois o que nos diferenciará da inteligência artificial dos robôs será a nossa capacidade de empatia e de construção em um ambiente que exigirá concentração e agilidade. Algumas atividades hoje consideradas inseguras ou repetitivas, onde há uma rotatividade muito alta, poderão ser feitas por máquinas ou sistemas.

Para dar todo o suporte aos sistemas que passaram a existir, garantir a segurança da informação e produzir produtos e serviços inovadores, novas profissões também vão surgir. Cientistas de dados blockchain, consultor de longevidade, detetives de sequestro de dados, engenheiro de biologia sintética, engenheiro de carne artificial, fazendeiro vertical, gestor de moda para avatares, hacker genético, operador de tráfico de drones, por exemplo.

Não precisamos temer essas mudanças que acontecerão nos próximos anos. Os profissionais precisam estar prontos para acompanhar esses movimentos do mercado de trabalho para que possam contribuir com suas habilidades. 

Testar novas tecnologias, ler sobre tendências tendo da área de atuação, buscar inovar e conhecer sobre modelos de inovação, atualizações constantes, buscar atividades que desafiem e mostrem os pontos de melhoria são formas de preparar os profissionais para os desafios do amanhã.

Uma em cada três das competências que o mercado de trabalho busca e valoriza nos profissionais de hoje estarão ultrapassadas muito em breve. Quem fez essa previsão é a pesquisa “O futuro do trabalho e habilidades” realizada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). O estudo também aponta que será preciso interpretar mais os dados, ter conhecimentos de inteligência artificial e robótica e ter habilidades emocionais para estar preparado para os desafios da quarta revolução industrial, a chamada indústria 4.0.

O estudo ainda mostra que essas mudanças em tão pouco tempo serão motivadas por avanços tecnológicos.  Terão grande impacto na mudança do perfil dos profissionais da indústria  a mobilidade e tecnologia em nuvem, responsável por 34% de impacto, o poder de processamento (26%), novas tecnologias para fornecimento de energia (22%), economias compartilhadas (12%), internet das coisas (14%), transporte autônomo (9%) e a inteligência artificial (7%).

Com o uso mais intensivo dessas tecnologias, os problemas a solucionar que viveremos demandarão dos profissionais mais inteligência emocional e capacidade de adaptação a novos cenários e novas culturas. Essas novas habilidades serão necessárias pelo simples fato de que, com mais tecnologia e inteligência artificial, a análise das informações necessárias para a tomada de decisão do negócio será mais rápida. E se for preciso fazer ajustes, mudar os cursos, descontinuar processos e inovar, as mudanças precisam acontecer quase  imediatamente para responder aos estímulos do mercado.

Será preciso que estejamos prontos para decisões rápidas, encontrar soluções inovadoras, escaláveis e de baixo custo para responder ao cenário daquele momento.

 E o impacto não será apenas nas habilidades para cada profissão. Teremos também o desaparecimento de algumas atividades operacionais e que podem ser feitas por inteligência artificial, automação e robótica.

Algumas pesquisas que apontam as tendências no mercado de trabalho mostram que, até 2030, metade das atividades de trabalho será automatizada no mundo. Isso quer dizer que algumas profissões desaparecerão. No Brasil, estima-se que 16 milhões (14%) de postos de trabalho serão automatizados, abrindo oportunidades para posições mais analíticas e menos operacionais.

Com mais tecnologias nos negócios e no setor industrial, faremos menos trabalhos repetitivos e precisaremos interpretar os dados que chegam até nós. As soft skills – chamadas habilidades leves, em uma tradução livre – serão mais necessárias, pois o que nos diferenciará da inteligência artificial dos robôs será a nossa capacidade de empatia e de construção em um ambiente que exigirá concentração e agilidade. Algumas atividades hoje consideradas inseguras ou repetitivas, onde há uma rotatividade muito alta, poderão ser feitas por máquinas ou sistemas.

Para dar todo o suporte aos sistemas que passaram a existir, garantir a segurança da informação e produzir produtos e serviços inovadores, novas profissões também vão surgir. Cientistas de dados blockchain, consultor de longevidade, detetives de sequestro de dados, engenheiro de biologia sintética, engenheiro de carne artificial, fazendeiro vertical, gestor de moda para avatares, hacker genético, operador de tráfico de drones, por exemplo.

Não precisamos temer essas mudanças que acontecerão nos próximos anos. Os profissionais precisam estar prontos para acompanhar esses movimentos do mercado de trabalho para que possam contribuir com suas habilidades. 

Testar novas tecnologias, ler sobre tendências tendo da área de atuação, buscar inovar e conhecer sobre modelos de inovação, atualizações constantes, buscar atividades que desafiem e mostrem os pontos de melhoria são formas de preparar os profissionais para os desafios do amanhã.

Liderar para garantir ética nas companhias

Liderar para garantir ética nas companhias

Inúmeros são os casos em que uma má gestão de riscos trouxe prejuízos à reputação das companhias e danos financeiros. No Brasil, os escândalos nos últimos anos trouxeram à tona a necessidade de uma governança que garanta ética aos negócios.

Em geral, a governança de Compliance é estruturada por sistemas de controles formais, códigos de ética, capacitações, ouvidorias e canais de denúncia. Mas tê-los não é o suficiente, é preciso que tenham o foco certo, funcionem e que as pessoas saibam como operar. Afinal, são elas que tomam decisões, fazem a gestão de times e preveem cenários diante de um mundo que se prova, a cada dia, ser volátil, incerto, complexo e ambíguo.

É preciso que toda essa governança tenha sinergia com as necessidades dos negócios. E, como tudo que quer ser relevante, evolua sempre. Afinal, o que não evolui fica ultrapassado e ninguém respeita o que perdeu credibilidade.

Nesse ponto, quando falamos de credibilidade, facilidade de acesso e confidencialidade é que entram os líderes. Eles precisam garantir que o sistema de proteção anticorrupção funcione, seja rápido, confiável e que tenha capilaridade.

Em qualquer segmento de atuação, liderar é também garantir ética nas organizações. Depois de tudo o que vimos acontecer com a reputação de negócios nos últimos anos, isso não é um diferencial, é pré-requisito. As companhias precisam de líderes que sejam exemplos. Isso mesmo, que internalizem as legislações, saibam o que o consumidor valoriza, e que trabalhem e engajem todos os dias, em tudo que fazem.

São os executivos o sinal mais visível e mais forte que uma organização deve dar. Na língua inglesa há uma expressão “walking the talk”– também o título de um livro da Carolyn Taylor, um best seller quando o tema é transformação cultural para negócios de sucesso – que sumariza o papel do líder em um ambiente em que discurso e fala estão alinhados. Uma tradução livre para “walking the talk” é: o que eu faço é tão forte e visível que eu não preciso falar.

Um discurso desalinhado com a prática traz prejuízos a curto prazo, principalmente no clima da companhia e no aumento do turn over e nos passivos trabalhistas. Ética e Reputação são fatores cruciais para retenção ou perda de talentos de alta performance.

Ninguém se sente motivado para trabalhar para uma liderança que não tem uma conduta ética e coloca os subordinados em situações de assédio. Além disso, os colaboradores querem ter orgulho de participar de processos seletivos e de trabalhar em empresas que são admiradas. Ninguém quer ter sua carreira atrelada a marcas ou companhias que são mal vistas pelo mercado ou pelo consumidor.

Em resumo, toda organização que tem um programa de compliance para gestão de riscos, precisa contar com os gestores para que ele seja vivo e constantemente aplicado. Quando a gestão de riscos é abraçada pela liderança, todos são embaixadores da integridade no dia a dia. E é assim que deve ser, são as pessoas que agem em nome da organização, acessam stakeholders externos e representam a cultura e o que é aceitável ou não.

Inúmeros são os casos em que uma má gestão de riscos trouxe prejuízos à reputação das companhias e danos financeiros. No Brasil, os escândalos nos últimos anos trouxeram à tona a necessidade de uma governança que garanta ética aos negócios.

Em geral, a governança de Compliance é estruturada por sistemas de controles formais, códigos de ética, capacitações, ouvidorias e canais de denúncia. Mas tê-los não é o suficiente, é preciso que tenham o foco certo, funcionem e que as pessoas saibam como operar. Afinal, são elas que tomam decisões, fazem a gestão de times e preveem cenários diante de um mundo que se prova, a cada dia, ser volátil, incerto, complexo e ambíguo.

É preciso que toda essa governança tenha sinergia com as necessidades dos negócios. E, como tudo que quer ser relevante, evolua sempre. Afinal, o que não evolui fica ultrapassado e ninguém respeita o que perdeu credibilidade.

Nesse ponto, quando falamos de credibilidade, facilidade de acesso e confidencialidade é que entram os líderes. Eles precisam garantir que o sistema de proteção anticorrupção funcione, seja rápido, confiável e que tenha capilaridade.

Em qualquer segmento de atuação, liderar é também garantir ética nas organizações. Depois de tudo o que vimos acontecer com a reputação de negócios nos últimos anos, isso não é um diferencial, é pré-requisito. As companhias precisam de líderes que sejam exemplos. Isso mesmo, que internalizem as legislações, saibam o que o consumidor valoriza, e que trabalhem e engajem todos os dias, em tudo que fazem.

São os executivos o sinal mais visível e mais forte que uma organização deve dar. Na língua inglesa há uma expressão “walking the talk”– também o título de um livro da Carolyn Taylor, um best seller quando o tema é transformação cultural para negócios de sucesso – que sumariza o papel do líder em um ambiente em que discurso e fala estão alinhados. Uma tradução livre para “walking the talk” é: o que eu faço é tão forte e visível que eu não preciso falar.

Um discurso desalinhado com a prática traz prejuízos a curto prazo, principalmente no clima da companhia e no aumento do turn over e nos passivos trabalhistas. Ética e Reputação são fatores cruciais para retenção ou perda de talentos de alta performance.

Ninguém se sente motivado para trabalhar para uma liderança que não tem uma conduta ética e coloca os subordinados em situações de assédio. Além disso, os colaboradores querem ter orgulho de participar de processos seletivos e de trabalhar em empresas que são admiradas. Ninguém quer ter sua carreira atrelada a marcas ou companhias que são mal vistas pelo mercado ou pelo consumidor.

Em resumo, toda organização que tem um programa de compliance para gestão de riscos, precisa contar com os gestores para que ele seja vivo e constantemente aplicado. Quando a gestão de riscos é abraçada pela liderança, todos são embaixadores da integridade no dia a dia. E é assim que deve ser, são as pessoas que agem em nome da organização, acessam stakeholders externos e representam a cultura e o que é aceitável ou não.

Como começar em um emprego de forma remota

Como começar em um emprego de forma remota?

A fase de adaptação em qualquer novo trabalho leva tempo. Geralmente, os profissionais demoram de 3 a 6 meses para se sentirem confortáveis com as atividades, ao local de trabalho e com os colegas de time.

Quando começamos em um trabalho de forma presencial, é mais fácil tirar dúvidas e fazer com que essa integração aconteça de forma mais rápida e natural. As coisas mudaram com a pandemia, muitos profissionais estão iniciando novos desafios de forma remota e precisam entender o contexto para desempenharem suas atividades. Confira algumas dicas para começar em um emprego de forma remota.

  1.  Agende para que as pessoas conheçam você

Se você não foi apresentado formalmente aos colegas que irão trabalhar com você e ajudar com que você faça suas entregas, seja proativo e agende. Estabeleça uma rotina de contatos que possam fazer com que o seu trabalho flua.

  1. Anote suas dúvidas e pergunte

Tenha clareza dos seus objetivos e metas em sua nova função. Anote todas as suas dúvidas e pergunte ao seu gestor para que você possa trabalhar com autonomia. Algumas sugestões para ajudar a perguntar:

– Quais são as agendas em time?

– Quais são as suas atividades?

–  O que se espera de você em termos de objetivos e metas?

Você pode também discutir um plano de entregas para os 3 primeiros meses, por exemplo, como uma forma de direcionamento do seu trabalho.

3. Tente se aproximar das pessoas

Uma pesquisa do Linkedin com profissionais de 14 países mostrou que 46% dos profissionais acredita que a amizade no trabalho faz deles pessoas mais felizes e produtivas. Um clima agradável e contar com colegas para os desafios cotidianos da vida profissional aumenta o engajamento. Algumas empresas fazem cafés virtuais, aproveite esses momentos para se aproximar do time.

Tenha autoconfiança, acredite no seu papel no novo desafio! Seja protagonista e faça valer a pena. As relações dependem de dedicação, então mergulhe e gere oportunidades.

A fase de adaptação em qualquer novo trabalho leva tempo. Geralmente, os profissionais demoram de 3 a 6 meses para se sentirem confortáveis com as atividades, ao local de trabalho e com os colegas de time.

Quando começamos em um trabalho de forma presencial, é mais fácil tirar dúvidas e fazer com que essa integração aconteça de forma mais rápida e natural. As coisas mudaram com a pandemia, muitos profissionais estão iniciando novos desafios de forma remota e precisam entender o contexto para desempenharem suas atividades. Confira algumas dicas para começar em um emprego de forma remota.

  1. Agende para que as pessoas conheçam você

Se você não foi apresentado formalmente aos colegas que irão trabalhar com você e ajudar com que você faça suas entregas, seja proativo e agende. Estabeleça uma rotina de contatos que possam fazer com que o seu trabalho flua.

  1. Anote suas dúvidas e pergunte

Tenha clareza dos seus objetivos e metas em sua nova função. Anote todas as suas dúvidas e pergunte ao seu gestor para que você possa trabalhar com autonomia. Algumas sugestões para ajudar a perguntar:

– Quais são as agendas em time?

– Quais são as suas atividades?

–  O que se espera de você em termos de objetivos e metas?

Você pode também discutir um plano de entregas para os 3 primeiros meses, por exemplo, como uma forma de direcionamento do seu trabalho.

3. Tente se aproximar das pessoas

Uma pesquisa do Linkedin com profissionais de 14 países mostrou que 46% dos profissionais acredita que a amizade no trabalho faz deles pessoas mais felizes e produtivas. Um clima agradável e contar com colegas para os desafios cotidianos da vida profissional aumenta o engajamento. Algumas empresas fazem cafés virtuais, aproveite esses momentos para se aproximar do time.

Tenha autoconfiança, acredite no seu papel no novo desafio! Seja protagonista e faça valer a pena. As relações dependem de dedicação, então mergulhe e gere oportunidades.