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Comunicação e cinismo corporativo

As narrativas empresariais comunicam os propósitos do negócio para os colaboradores e públicos de interesse. Quando a companhia realmente traduz em conteúdos o que a  faz, temos uma comunicação assertiva. Mas e quando o que se fala está longe do que se faz?

O cinismo corporativo é quando a comunicação corporativa não cumpre o seu papel e gera descrédito. Três coisas são importantes para que uma narrativa corporativa seja convincente: o tempo da comunicação, a profundidade e a relevância dos fatos.

É preciso comunicar algo no tempo correto, ou seja, antes que os boatos de corredor antecipem os fatos. Além disso, os colaboradores não podem ser infantilizados, a comunicação precisa ser honesta e transparente ao trazer as explicações sobre os fatos.

Por último, é preciso que se fale do impacto daquela mensagem no dia a dia das pessoas: o que isso muda na minha vida?

Quando esses fatores são negligenciados, o cinismo corporativo prevalece. O colaborador já pensa: “sei, isso aí é história. Não vai mudar nada. Logo decidem outra coisa”. 

Quando o descrédito permanece, não há cultura corporativa que se consolide e mensagem que chegue nas pontas.

por Mariciane Gemin, CEO e fundadora da S7 Consulting

As narrativas empresariais comunicam os propósitos do negócio para os colaboradores e públicos de interesse. Quando a companhia realmente traduz em conteúdos o que a  faz, temos uma comunicação assertiva. Mas e quando o que se fala está longe do que se faz?

O cinismo corporativo é quando a comunicação corporativa não cumpre o seu papel e gera descrédito. Três coisas são importantes para que uma narrativa corporativa seja convincente: o tempo da comunicação, a profundidade e a relevância dos fatos.

É preciso comunicar algo no tempo correto, ou seja, antes que os boatos de corredor antecipem os fatos. Além disso, os colaboradores não podem ser infantilizados, a comunicação precisa ser honesta e transparente ao trazer as explicações sobre os fatos.

Por último, é preciso que se fale do impacto daquela mensagem no dia a dia das pessoas: o que isso muda na minha vida?

Quando esses fatores são negligenciados, o cinismo corporativo prevalece. O colaborador já pensa: “sei, isso aí é história. Não vai mudar nada. Logo decidem outra coisa”. 

Quando o descrédito permanece, não há cultura corporativa que se consolide e mensagem que chegue nas pontas.

por Mariciane Gemin, CEO e fundadora da S7 Consulting